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Produção Científica

06/07/2015

Avanço do capital internacional fragmenta papel dos sindicatos

A Profa. Dra. Carla Regina Mota Alonso Diéguez, docente da FESPSP, apresentará durante o 17º. Congresso Brasileiro de Sociologia, um estudo que pretende entender como o capital internacional interfere no movimento sindical.

O trabalho intitulado NOVOS AGENTES, VELHAS PRÁTICAS: OS LIMITES DA AÇÃO SINDICAL NO MOVIMENTO DE RESISTÊNCIA DOS ESTIVADORES DE SANTOS NO CASO EMBRAPORT será apresentado, no dia 21 de julho próximo, em Porto Alegre/RS se propôs a analisar o movimento de resistência dos estivadores de Santos contra a Empresa Brasileira de Terminais Portuários (Empraport) ocorrida em 2013 com o propósito de entender como o avanço do capital internacional sobre o trabalho promove a fragmentação da ação sindical.
 
Serviço
 
Evento: 17º Congresso Brasileiro de Sociologia
Data: 21 de julho de 2015
Local: Porto Alegre-RS
Título do trabalho: NOVOS AGENTES, VELHAS PRÁTICAS: OS LIMITES DA AÇÃO SINDICAL NO MOVIEMTNO DE RESISTÊNCIA DOS ESTIVADORES DE SANTOS NO CASO EMBRAPORT
Autora: Carla Regina Mota Alonso Diéguez
 
Resumo: 
 
Esse trabalho propõe analisar o movimento de resistência realizado pelos estivadores de Santos contra a Empresa Brasileira de Terminais Portuários (Embraport) no ano de 2013 com o propósito de entender como o avanço do capital internacional sobre o trabalho promove a fragmentação da ação sindical, explica Carla. “A Embraport, empresa a qual parte do controle acionário é de capital estrangeiro, iniciou suas operações em Santos em julho de 2013 e propôs aos estivadores, uma das últimas categorias a trabalhar totalmente em caráter avulso, o estabelecimento de acordo coletivo com a contratação por vínculo empregatício por tempo indeterminado”.
 
Segundo a pesquisadora, contra esta proposta, dado que consideravam a manutenção do caráter avulso fundamental para impedir o controle total do capital sobre o trabalho portuário, os estivadores realizaram um movimento de resistência, que contou com baixa participação dos trabalhadores e resultou em assinatura de acordo coletivo com a previsão de vínculo empregatício. “Acredita-se que o fracasso do movimento ocorreu devido ao processo de privatização e flexibilização do trabalho e a resistência do capital internacional a ação sindical, que resultou em enfraquecimento do sindicato e dos instrumentos de luta”.
 
Sobre a autora
 
Carla Regina Mota Alonso Diéguez é doutora em Ciências Sociais, com mestrado em Sociologia e bacharelado em Ciências Sociais. Atualmente é docente e pesquisadora da Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo e tem experiência na área de Sociologia, com ênfase em Sociologia do Trabalho, atuando principalmente nos seguintes temas: trabalho, trabalho portuário, sociologia, sindicalismo, modernização portuária e porto. Veja o Currículo Lattes da professora.



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